sexta-feira, 24 de abril de 2015

Mãe Coruja e Secretaria da Mulher em Bom Conselho fortalecem parcerias no Seminário das Políticas Públicas de Empreendedorismo das Associações



   

        O Canto Mãe Coruja de Bom Conselho participa do seminário de Políticas Públicas de Empreendimento das Associações junto a Secretaria da Mulher. O seminário aconteceu em parceria com as demais Secretarias para as Associações Comunitárias locais no dia 23/04/2015. Estiveram presentes neste dia as comunidades Quilombolas do Macaco, Quilombolas Flores, Associação do Caborge, Associação do grupo de Mulheres do Cinturão Verde e Associação dos Produtores Rurais do sítio Lajedo do Cabral. Contamos com a presença da Coordenadora Estadual da Mulher, a qual ministrou a palestra sobre o Empreendorismo nas Associações, encorajando-as a expandir as atividades de artesanato nas Associações locais, inserindo-as no mercado de trabalho, com geração de renda, através do fortalecimento das parcerias. Na oportunidade profissionais do  canto Mãe Coruja enfatizou a importância do Programa Mãe Coruja no Município, os avanços quanto a melhora nos indicadores sociais, criando uma rede solidária para redução da Mortalidade Materna e Infantil, através das ações articuladas nos eixos Saúde, Educação e Desenvolvimento Social. O evento aconteceu no salão Dom Diego. Tivemos como parceiros envolvidos, IPA, Secretaria de Ação Social, Associações Comunitárias Locais e Secretaria da Mulher.



Matéria: Profissional do Mãe Coruja em Bom Conselho
Revisão: Coordenação de Comunicação e Arte do Programa Mãe Coruja Pernambucana

Cabrobó - Mãe Coruja e município fortalecendo as políticas públicas voltadas para a educação da mulher, criança e família






Objetivando fortalecer as políticas públicas voltadas para a educação da mulher, das crianças e seus familiares, a secretária da mulher em Cabrobó e Professora dos Círculos de Educação e Cultura, realizaram palestra no dia 22/04/2015 sobre a importância da Lei Maria da Penha. A lei Maria da Penha, nº 11.340/06, é uma importante conquista de todas as mulheres brasileiras. É a primeira lei no Brasil voltada para o atendimento das mulheres que sofrem violência doméstica e familiar e traz uma grande preocupação com cada etapa do atendimento dos casos de violência. Embora em muitas cidades brasileiras ainda não existam as delegacias para as mulheres, nem as casas que acolhem aquelas que têm sua integridade física ameaçada, a legislação tem que ser cumprida e respeitada.








Autoria: Profissional do Mãe Coruja em Cabrbó - Professora dos CEC – Maria Zuleide da Silva
Revisão: Coordenação de Comunicação e Arte do Programa Mãe Coruja Pernambucana


quarta-feira, 22 de abril de 2015

Maraial - Mãe Coruja e Município fortalecendo as políticas públicas voltadas para a saúde da mulher, criança e família





      

    
    Objetivando fortalecer as políticas públicas voltadas para a saúde da mulher, das crianças e seus familiares, os Técnicos do Programa Mãe Coruja em Maraial e Professores dos Círculos de Educação e Cultura, realizaram um encontro para apresentação dos indicadores monitorados pelo Programa e Ações do Plano de Desenvolvimento Infantil, os quais são desenvolvidos através de ações intersetoriais, pontuando as dificuldades a serem superadas neste ano de 2015.
 Em  demostração de união em torno do assunto e exercitando esta intersetorialidade, estiveram presentes os representantes do poder executivo municipal, representantes das diversas secretarias do município (Saúde/ Educação/ Assistência Social/ Obras/ Meio Ambiente/ Esportes/ Cultura/ Administração/ Agricultura), além dos representantes de instituições como FUNASA e Programa Saber Saúde.
  Na oportunidade, foi apresentado um diagnóstico das conquistas e dos desafios superados pelo Canto Mãe Coruja no município de Maraial.





Matéria: Profissionais do Mãe Coruja em Maraial: Canto - Quitéria Freitas e Rômulo Patrício,
Círculos deEducação e Cultura - Luciene Maria, Eliane Elói e José Silva


Revisão: Coordenação de Comunicação e Arte do Programa Mãe Coruja Pernambucana

segunda-feira, 20 de abril de 2015

Prefeitura do Recife lança o seu terceiro Espaço Mãe Coruja



      


     Na última quarta-feira, dia 08 de Abril, a gestão municipal do Recife entregou mais um o espaço Mãe Coruja Recife, desta vez na Macaxeira. O referido espaço passa a funcionar na Unidade de Saúde da Família Macaxeira/Burity (Rua Maria Cândida, n° 87, Macaxeira), onde mulheres gestantes e seus bebês, residentes no bairro da Macaxeira, poderão ser cadastrados e acompanhados pelo Programa Mãe Coruja Recife. 
     A equipe técnica fará o acompanhamento mensal da gestação, culminando com o parto e nascimento do bebê que será acompanhado até os 05 (cinco) anos de idade.
A estimativa é que 308 gestantes/ano sejam cadastradas e acompanhadas pelo Programa no Espaço Mãe Coruja - Macaxeira. O novo espaço tem previsão de realizar 2.772 acompanhamentos à gestante e 3.360. às crianças/ ano. 
       Com esse lançamento, Recife conta com três espaços em funcionamento, sendo os outros dois nos bairros de Água Fria e Santo Amaro.































Matéria: Profissionais do Mãe Coruja Recife
Revisão: Coordenação de Comunicação e Arte do Programa Mãe Coruja Pernambucana




INFLUENZA: informações sobre a doença e campanha de vacinação







                             
                                 CAMPANHA 2015


 17ª Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza será realizada no período de no período de 27 de abril a 22 de maio de

2015, sendo 9 de maio, o dia de mobilização nacional.







 Objetivo


Reduzir as complicações, as internações e a mortalidade decorrentes das infecções pelo vírus da influenza, na população alvo para a vacinação.

População alvo:

No Brasil, a população alvo será de aproximadamente 49,6 milhões de pessoas. Em Pernambuco, a
população alvo será de aproximadamente 2,09 milhões de pessoas. Deverão receber a vacina influenza:

. Crianças de 6 meses a menores de 5 anos (até quatro anos, 11 meses e 29 dias): todas as crianças que já receberam uma ou duas doses da vacina da influenza sazonal em 2014, devem receber apenas 1 dose em 2015. Deve ser considerado o esquema de duas doses para as crianças que serão vacinadas pela primeira vez, devendo-se agendar a segunda dose para 30 dias após a 1ª dose.

. Gestantes: todas as gestantes em qualquer idade gestacional. Não haverá exigência quanto à comprovação da situação gestacional, sendo suficiente para a vacinação que a própria mulher afirme o seu estado de gravidez. A vacinação de gestantes contra a influenza é segura em qualquer idade
gestacional.
. Puérperas (até 45 dias após o parto): todas as mulheres no período até 45 dias após o parto deverão receber a vacina, apresentando qualquer documento durante o período de vacinação (certidão de nascimento, cartão da gestante, documento do hospital onde ocorreu o parto, entre outros).

. Trabalhador de Saúde: todos os trabalhadores de saúde dos serviços públicos e privados, nos diferentes níveis de complexidade.
. Povos indígenas: toda população indígena, a partir dos seis meses de idade. A programação de rotina é articulada entre o Programa Nacional de Imunizações (PNI) e a Secretaria de Atenção a Saúde Indígena (SESAI).

. Indivíduos com 60 anos ou mais de idade: todos deverão receber a vacina Influenza.

. População privada de liberdade e funcionários do sistema prisional: o planejamento e operacionalização da vacinação nos estabelecimentos penais deverão ser articulados com as Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde e Secretarias Estaduais de Justiça (Secretarias Estaduais de Segurança Pública ou correlatos), conforme o Plano Nacional de Saúde no Sistema Penitenciário (2.ª edição/ Brasília–DF, 2005); a Nota Técnica 121 SISPE/DAPES/SAS–PNI/SVS/MS–DEPEN/MJ de 01 de agosto de 2011; e Portaria Interministerial nº 1, de 2 de janeiro de 2014 que institui a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde das Pessoas Privadas de Liberdade no Sistema Prisional (PNAISP) no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).

. Pessoas portadoras de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais,
independente da idade, conforme indicação do Ministério da Saúde em conjunto com sociedades científicas.

Características:
  •  Doença respiratória viral que representa um problema de saúde pública no Brasil.
  •  Pode levar a complicações graves e ao óbito, especialmente nos grupos de alto risco (crianças menoresde 5 anos de idade, gestantes, adultos com 60 anos ou mais, portadores de doenças crônicas nãotransmissiveis e outras condições clínicas especiais.
  •  A OMS estima que a influenza acometa 5 a 15% da população mundial anualmente, causando 3 a 5
  • milhões de casos graves e 250.000 a 500.000 mortes.


Origem: 

. A influenza pode ser causada por três tipos de vírus: A, B e C. Os vírus A e B apresentam maior
importância clínica. Estima-se que, em média, as cepas A causem 75% das infecções, mas em algumas
temporadas, ocorre predomínio das cepas B.
. Durante a época de maior circulação dos vírus influenza, eles são identificados em até 30% dos casos
de síndrome gripal.
. Os vírus A são classificados em subtipos de acordo com as variações antigênicas em suas proteínas de
superfície. Os vírus B têm duas linhagens geneticamente distintas.

. Os tipos A e B sofrem frequentes mutações e são responsáveis por epidemias sazonais de doenças
respiratórias que ocorrem em quase todos os invernos, com duração de quatro a seis semanas e que,
frequentemente, são associadas com o aumento das taxas de hospitalização e morte por pneumonia,
especialmente em pacientes que apresentam condições e fatores de risco. Apenas os vírus A têm sido
identificados nas pandemias.

. Os vírus C raramente causam doenças graves.

. A presença de imunidade prévia reduz as chances de infecção, mas a imunidade a um subtipo A ou a
uma linhagem B confere pouca ou nenhuma proteção contra novas variantes. Assim, podem ocorrer
infecções por mais de um tipo ou subtipo de vírus influenza.

. A gravidade da doença é maior quando surgem cepas pandêmicas, para as quais a população tem
pouca ou nenhuma imunidade. Estas cepas também podem causar altas taxas de hospitalizações e
mortes durante algumas estações.

. A cepa A(H1N1)pdm09 tem causado maior impacto em adultos jovens (40-60 anos), a cepa A(H3N2)
em idosos e as cepas B em crianças adolescentes e adultos jovens. Entretanto, todas as cepas podem
causar infecções graves e mortes em pessoas de qualquer faixa etária.


Transmissão

. A transmissão dos vírus influenza ocorre por meio do contato com secreções das vias respiratórias
eliminadas pela pessoa contaminada ao falar, tossir ou espirrar (transmissão direta) ou através das
mãos ou objetos contaminados (transmissão indireta), quando entram em contato com mucosas (boca,
olhos, nariz). A elevada transmissibilidade dos vírus influenza faz com que eles se disseminem
facilmente, causando surtos e epidemias.
. A transmissão é alta em ambiente domiciliar, creches, escolas e em ambientes fechados ou semi
fechados, dependendo não apenas da infectividade das cepas, mas também do número e intensidade
dos contatos entre pessoas de diferentes faixas etárias
. Estima-se que uma pessoa infectada seja capaz de transmitir o vírus para até dois contatos não
imunes. As crianças com idade entre um e cinco anos são as principais fontes de transmissão dos vírus
na família e na comunidade, podendo eliminar os vírus por até duas semanas. Pessoas
imunocomprometidas podem excretá-los por períodos mais prolongados, até meses.


Manifestações clínicas

. O período de incubação dos vírus influenza varia entre um e quatro dias. A excreção viral nas secreções nasais usualmente surge 24 horas antes do início dos sintomas, sendo máxima nos primeiros três dias após início dos sintomas, coincidindo com a piora clínica e aumento da temperatura.

. Os sinais e sintomas da doença são muito variáveis, podendo ocorrer desde a infecção assintomática
até formas graves que podem causar a morte, principalmente em idosos e pessoas portadoras de
algumas comorbidades.

. A síndrome gripal se caracteriza pelo aparecimento súbito de febre, cefaleia, dores musculares
(mialgia), tosse, dor de garganta e fadiga.

. Embora a maioria das infecções por influenza tenha evolução autolimitada, a febre, em geral, é alta
(380C a 400C), podendo desencadear convulsão febril em crianças e levar ao absenteísmo à escola e ao trabalho. A febre, em geral, dura 3 a 5 dias, mas a tosse e a fadiga podem se prolongar por duas
semanas ou mais. Lactentes jovens infectados pelos vírus influenza podem apresentar quadro
semelhante à sepse. Infecções de mucosas, como otite e sinusite, e o agravamento de crises de asma e
bronquite crônica são muito comuns.
. Nos casos mais graves existe dificuldade respiratória e há necessidade de hospitalização. Nesta
situação, denominada Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), é obrigatória a notificação às
autoridades de saúde.
. Dependendo da virulência das cepas circulantes, o número de hospitalizações e mortes aumenta
substancialmente, não apenas pela infecção primária, mas também devido às infecções secundárias
por bactérias. Complicações cardíacas graves que levam à morte podem ser causadas por vírus A e B,
independentemente da presença de pneumonia.
. No manejo clínico, o uso precoce de antivirais nos grupos de risco reduz as chances de complicações.
. O uso do antiviral está indicado para todos os casos de síndrome gripal com condições e fatores de
risco para complicações e de síndrome respiratória aguda grave, independentemente da situação
vacinal. Nos pacientes com síndrome gripal sem condições e fatores de risco para complicações a
indicação do antiviral deve ser baseada em julgamento clínico, se o tratamento puder ser iniciado nas
primeiras 48 horas após o início da doença.
. A terapêutica precoce reduz tanto os sintomas quanto a ocorrência de complicações da infecção pelos
vírus da influenza, em pacientes com condições e fatores de risco para complicações bem como
naqueles com síndrome respiratória aguda grave. Mas, o antiviral apresenta benefícios mesmo se
administrado após 48 horas do início dos sintomas.


Prevenção

. A vacinação é a forma mais efetiva de prevenir a infecção e suas complicações.
. Estudos demonstram que a vacinação pode reduzir entre 32% a 45% o número de hospitalizações por
pneumonias e de 39% a 75% a mortalidade global. Entre os residentes em lares de idosos, pode reduzir
o risco de pneumonia em aproximadamente 60%, e o risco global de hospitalização e morte, em cerca
de 50% a 68%, respectivamente. Referem ainda redução de mais de 50% nas doenças relacionadas à
influenza.
. Dados de meta-análise de 31 estudos no período de 1967 a 2011 demonstrou uma eficácia geral das
vacinas influenza de 67%.
. A vacinação embora não confira proteção completa nem proteção contra todas as causas de morte,
previne aproximadamente 30% dos casos fatais e não fatais em idosos, independentemente da
etiologia, 40% dos casos de síndrome gripal e 50 a 70% das mortes em que o vírus influenza foi
identificado em laboratório.
. No Brasil, a campanha anual, realizada desde 1999, entre os meses de abril e maio, vem contribuindo
ao longo dos anos para a prevenção da gripe nos grupos vacinados, além de apresentar impacto na
redução das internações hospitalares, gastos com medicamentos para tratamento de infecções
secundárias e mortes evitáveis.


Informação:Coordenadora do Programa Estadual do Programa Nacional de Imunização : Ana catarina melo
Revisada pela Coordenação de Comunicação e Arte do Programa Mãe Coruja



sexta-feira, 17 de abril de 2015

Brejão- Mãe Coruja realiza roda de conversa sobre o pré-natal



     

    O Canto Mãe Coruja em Brejão, através das suas profissionais do Canto, realizou uma roda de conversa no dia 13 de março do corrente ano, sobre importância do pré-natal, desta forma enfocamos que a realização do pré-natal representa papel fundamental em termos de prevenção e/ou detecção precoce de patologias tanto maternas como fetais, permitindo um desenvolvimento saudável do bebê e reduzindo os riscos da gestante, e a roda de conversa oportunizar também as  informações sobre as diferentes vivências que devem ser trocadas entre as gestantes e os profissionais de saúde. Essa possibilidade de intercâmbio de experiências e conhecimentos é considerada a melhor forma de promover a compreensão do processo de gestação. Nessa ação tivemos a participação de 11 gestantes que  participaram ativamente através de depoimentos e questionamentos acerca do assunto  os quais foram esclarecidos pela as profissionais do Canto e enfermeira Eliane da USF.


Matéria: Profissionais do Canto Brejão – Célia de Oliveira e Michelle Karine
Revisada pela Coordenação de Comunicação e Arte do Programa Mãe Coruja

Santa Maria da Boa Vista - Mãe Coruja participa do Dia Internacional da Saúde


...E nada como uma boa brincadeira, um brinquedo novo, um passeio em um dia de sol ou qualquer outra coisa que nos façam sentir bem, felizes e satisfeitos!


    Neste sexta-feira, dia 10 de abril, foram realizadas ações na área da saúde para comemorar o Dia Mundial da Saúde, celebrado em 7 de abril. As atividades tiveram início com uma caminhada da saúde pela avenida principal da cidade, Avenida Nilo Coelho, participando as escolas públicas e particulares e os atores que formam a rede municipal.

     Além desta, foram promovidos feira da saúde, onde escolas e setores da saúde explanaram assuntos relevantes à saúde da população boavistana, disponibilizando diversos serviços, palestras, teste de glicemia, aferição de pressão arterial, vacinação, escovação e distribuição de escovas dentais infantil e adulto.

         As escolas públicas explanaram as doenças sexualmente transmissíveis e doenças respiratórias e as escolas particulares fizeram exposição sobre alimentação saudável com dicas sobre manipulação e higienização de alimentos.

      O Programa mãe coruja esteve encarregado de oferecer acompanhamentos de crianças e gestantes, bem como realizar novos cadastros. Além de fazer explanação sobre como funciona o Mãe Coruja. O CAPS também esteve presente fazendo apresentação de suas atividades, sobretudo, o trabalho artesanal, onde em ocasião fizeram exposição de todos os trabalhos confeccionados em aulas de terapias ocupacionais. 

          A iniciativa foi realizada pela Secretaria Municipal de Saúde e parceiros como CRAS, CREAS, CAPS,Escolas, Mãe Coruja, Secretaria de Ação Social, Secretaria de Educação, Serviço de Convivência e Fortalecimentos de Vínculos, AABB Comunidade, Escola EREMPEM entre outros. Todos estiveram num só time com o objetivo das pessoas se sensibilizarem sobre a importância da saúde nas suas vidas no dia-a-dia, além de descobrirem formas de se cuidarem e assim obterem uma vida com mais qualidade, pois acreditamos que saúde não é apenas não estar doente. Saúde é bem mais amplo que isso, é estar bem fisicamente, mentalmente e socialmente também!





Matéria de Silvana de Alencar profissional do Canto de Santa Maria da Boa Vista
Revisada pela Coordenação de Comunicação e Arte do Programa Mãe Coruja




15ª conferência Nacional de Saúde

       A participação popular é de suma importância no processo de construção dos serviços de saúde. 
     Para assegurar essa participação  nas discussões existem mecanismos institucionais, tais como os conselhos e conferência de saúde, que ajudam na formulação das ações relacionadas ao setor. Nesse sentido a Presidente Dilma Roussef sancionou o decreto que convoca a 15ª Conferência Nacional de Saúde, que será entre 23 e 26 de novembro de 2015, em Brasília DF.
            O tema será “Saúde pública de qualidade para cuidar bem das pessoas”, o eixo temático da conferência será “Direito do Povo Brasileiro”. O evento, considerado o maior na área da saúde brasileira será coordenado pelo Ministério da Saúde e Conselho Nacional da Saúde.
Antes do encontro nacional, serão realizadas as etapas municipais, previstas para acontecerem no período de 9 de abril a 15 de julho de 2015, e também as etapas estaduais, entre 16 de julho e 30 de setembro. As conferências de saúde são fóruns com representação dos vários segmentos sociais e têm como objetivo avaliar e propor diretrizes para formulação da política de saúde nas três esferas do governo – municipal, estadual e nacional.       Esse evento tem como objetivos avaliar a situação da saúde, propor condições de acesso, definir diretrizes e prioridades para as políticas públicas e fortalecer o controle social no SUS.
A população muitas vezes desconhece os fatos e não sabe como participar. A mídia não divulga eventos importantes como esse e a população não conhecendo os fatos, não opina e as mudanças se tornam mais lentas.
Devemos nos mobilizar e acompanhar as discussões dos conselhos para saber o que os conselheiros estão buscando em prol de uma saúde melhor para suas esferas de governo.
            A população tem uma força suprema quando interage em harmonia  proporcionando equilíbrio na busca por objetivos comuns. Esse é um momento importante para a Saúde dos Brasileiros vamos participar buscando informações de nossos direitos para podermos pleiteá-los.
            Estamos divulgando essa matéria para alertar a população da importância de conhecermos as informações relativas à saúde visto que somos parte integrante dessa tríade Governo- População-Saúde.
            Para maiores esclarecimentos sobre a 15ª Conferência Nacional de Saúde acesse:

Matéria de Verônica Myriam Gonçalves Leitão e Viviane Mota dos Santos profissionais do Canto de Tacaimbó
Revisada pela Coordenação de Comunicação e Arte do Programa Mãe Coruja

O Canto Mãe Coruja de Casinhas organiza a brinquedoteca para as suas crianças




A Equipe Mãe Coruja anto Casinhas organizou um espaço aconchegante e recreativo. Trata-se de uma Brinquedoteca. Local planejado para proporcionar as crianças diversão, aprendizagem e ludicidade.


















  Organizado e executado pela própria equipe do Canto, pensando na necessidade de atender as crianças durante a Primeira Infância (PIN), conta com caixa de brinquedos adequados a faixa etária e padrões de segurança do IMETRO, varal de fantoches e livrinhos e Balaio de leitura, um tapete de EVA para dá conforto e segurança as crianças.
        A Brinquedoteca já virou local preferido da criançada, interagindo com as profissionais do Canto e suas mães. Momento de troca de carinhos e lazer tão necessários e importantes para as todos/as.
    Com isso visamos cumprir e assegurar às nossas crianças as Metas do Plano de Desenvolvimento Infantil.

Matéria das profissionais do Canto de Casinhas Claudenice Lourenço e Carmen Valença.
Revisado pela Coordenação de Comunicação e Arte do Programa Mãe Coruja